Darcizo Souza e um estopim chamado corrida

Darcizo Souza é operador de máquinas na fábrica da Merck, no Rio de Janeiro. Descobriu a corrida há pouco mais de três anos e hoje, aos 62 anos, vive intensamente cada dia de vida. Confira!

“A corrida entrou na minha vida em agosto de 2015. Comecei caminhando para incentivar minha filha mais nova e logo peguei o gosto pela corrida. Então descobri que a Merck tinha um grupo de corrida. Entrei para o grupo e logo fui incentivado pelo professor Silvano, que foi me lapidando. Assim, já corri três meias, uma São Silvestre; uma Volta da Pampulha e uma 10 Milhas da Garoto. Em treinos já cheguei aos 25K e este ano estarei mais uma vez na São Silvestre. Também estou me preparando para uma prova em Pucon, no Chile, em janeiro de 2019. Já coleciono quase 140 medalhas e oito troféus. Todos guardados com muito carinho e orgulho.

Acho que o acompanhamento de uma assessoria não é só importante. É primordial juntar o incentivo à minha força de vontade. Isso me possibilita sonhar com uma maratona. Para chegar lá tento conciliar treinos, trabalho e família. nem sempre é fácil, especialmente por que trabalho à noite e isso deixa tudo um pouco mais cansativo. Mas com uma dose de boa vontade, nada é impossível.

Depois que adotei o hábito de atividade esportiva passei a ter mais disposição para as tarefas diárias no trabalho e no amor também em todos os sentidos.

Hoje, além de correr, faço rapel, musculação, ando de bicicleta, de skate, faço trilha, salto de paraquedas e já planejo surfar…

Poder treinar no local de trabalho é, além de um grande incentivo, uma ótima oportunidade de servir de exemplo para muitos colegas!”